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Mostrando postagens com o rótulo ARQUITETURA

COMURBA: 61 Anos de uma Tragédia Inacabada em Piracicaba

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Hoje, 6 de novembro , marca os 61 anos de um dos eventos mais tristes e impactantes da história de Piracicaba (SP): a Tragédia do Comurba .  Na tarde de 6 de novembro de 1964 , o imponente Edifício Luiz de Queiroz, popularmente conhecido como Comurba , e que tinha o tamanho e forma alusivos ao Edifício Copan de São Paulo (SP), ruiu parcialmente, transformando o sonho de modernidade da cidade em uma dolorosa catástrofe. O Comurba, com 14 ou 15 andares, localizado na Praça José Bonifácio (onde é o Poupatempo agora) era um símbolo da pujança e desenvolvimento de Piracicaba na época, projetado para abrigar apartamentos, lojas e o Cine Plaza .  Sua queda, por volta das 13h30, chocou o interior paulista, deixando um saldo de cerca de 50 mortos e dezenas de feridos . Gritos, poeira e pânico tomaram conta do centro da cidade. 🔍 O Mistério e o Luto que Permanecem O que torna a Tragédia do Comurba uma história ainda viva é a falta de uma conclusão definitiva sobre as causas do de...

COMURBA: Câmara cria a Semana em Memória das Vítimas

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A “Semana em Memória das Vítimas do Edifício Luiz de Queiroz -  Comurba" será instituída na Câmara Municipal de Piracicaba após a aprovação do projeto de decreto legislativo 63/2025, de autoria da vereadora Silvia Morales (PV), do mandato coletivo “A cidade é sua”.  O PDL foi aprovado na noite desta segunda-feira (29), na 54ª reunião ordinária de 2024. A Semana em memória às vítimas do Comurba será realizada anualmente com prioridade ao dia 6 de novembro, data que faz alusão ao ocorrido em 6 de novembro de 1964, com a queda do edifício Comurba, oficialmente denominado Edifício Luiz de Queiroz, na Praça José Bonifácio, neste Município. A semana tem como objetivos promover a memória das vítimas atingidas pelo desastre, estimular o debate público sobre os impactos urbanísticos, sociais e históricos da queda do edifício, fomentar ações de conscientização e educação urbanística e patrimonial, e realizar atividades como palestras, encontros, bate-papos, exposições. Na justificativ...

FERIDOS NO COMURBA: 13 pessoas

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Dentre os 13 feridos, foram registrados: Anisio Pereira da Silva,  Armando Salles Pire,  Armando Sampaio,  Claudino Pires da Silva,  Idalina Doná Silva,  Luzia M. Pereira,  Maria Aparecida dos Santos,  Maria Aparecida Firmino Arruda,  Maria de Lurdes Pereira,  Maria do Carmo Felippe,  Maria Fernandes Silva,  Sonia Aparecida dos Santos e  Vera Lúcia Silva. FONTE:  https://www.camarapiracicaba.sp.gov.br/camara-aprova-lista-de-vitimas-do-desabamento-do-edificio-comurba-66089

COMURBA: A demolição do que restou

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Texto de Antonio José Lásaro Aprilanti, arquiteto e urbanista, de 18 de julho de 2024, publicado no jornal A Tribuna de Piracicaba. O prefeito Cassio Padovani tinha um fiel escudeiro na figura do seu particular amigo Lazinho Capellari, homem da política, ex-prefeito de São Pedro (SP), sujeito decidido e “pau pra qualquer obra”.  Cheguei a trabalhar com ele no Departamento de Planejamento na Coordenadoria de Obras do Município sob sua chefia, junto a outros engenheiros que exerciam diversas atividades, uns em obras públicas outros em obras particulares para análise e aprovação de projetos. Nós todos reunidos em uma única sala existente no prédio antigo conhecido como Palacete do Barão de Serra Negra, na época parcialmente demolido, localizado onde hoje é o estacionamento da Câmara Municipal – esquina da Rua São José com Rua Alferes José Caetano. Esse prédio, que tinha seu aceso principal na frente para a Rua São José através de uma escadaria larga, dava acesso a um salão principal q...

Funeral de Luciano Guidotti e restos do Comurba

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Funeral de Luciano Guidotti e restos do Comurba. Fotógrafo desconhecido. Arquivo Histórico da Câmara A fotografia é a arte de capturar um instante, congelar o tempo e eternizar um momento. Mas alguns registros conseguem ir além. Refletem inícios e fins de épocas e são reveladoras não apenas do que ficou, mas do que virá. Vão muito além do que aparece no quadro. Tirada na manhã de 8 de julho de 1968, uma fotografia reúne o funeral do prefeito Luciano Guidotti e os escombros do Comurba, dois ícones do progresso sonhado, até então, na Piracicaba daquela década. Essa imagem está preservada no Setor de Gestão de Documentação e Arquivo da Câmara Municipal de Piracicaba e integra a coleção “Funeral de Luciano Guidotti”. Hoje é o destaque da série Achados do Arquivo, que é publicada às sextas-feiras no site oficial do Legislativo, em parceria com o Departamento de Comunicação Social. “O Comurba, a imponente edificação que foi ao chão, e o falecido prefeito são símbolos do progresso e da mo...

Sobrevivente do Comurba

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Luzia Maria da Costa é uma das sobreviventes do desabamento do Comurba em Piracicaba (SP) (Foto: Leon Botão/G1) Luzia Maria da Costa sente calafrios quando passa perto de prédios de grande porte desde que tinha 9 anos.  No dia 6 de novembro de 1964, há exatos 50 anos, ela sobreviveu à queda do Edifício Luiz de Queiroz, mais conhecido como Comurba, uma tragédia que matou 54 pessoas e marcou a história de Piracicaba (SP).  Hoje, com 59 anos, a enfermeira aposentada conta em detalhes como ficou soterrada pelos escombros e conclui: "não era a minha hora de morrer". Saiba mais em: https://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2014/11/nao-era-minha-hora-diz-sobrevivente-50-anos-apos-desabamento-de-predio-piracicaba.html

Causas da tragédia: andares a mais?

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Na época do ocorrido, especulava-se que alterações no projeto - de acordo com reportagem publicada na Revista Manchete em 21/11/1964, o projeto original previa 10 andares, tendo sido arbitrariamente alterado pela construtora para 14 andares, sem os devidos reforços na sustentação - materiais de baixa qualidade e erros de cálculo teriam influenciado decisivamente na tragédia. No entanto, a análise realizada pelo IPT nos meses seguintes apontou que o projeto previa 12 e não 10 pavimentos como inicialmente reportado e os responsáveis pelo empreendimento resolveram adicionar mais três andares à estrutura.  Duas hipóteses foram levantadas acerca das causas, a primeira estabelecendo falhas estruturais e a segunda apontando o aumento de carga na estrutura como responsável pela ruína do prédio. Apesar dos esforços, não há conclusão definitiva acerca das causas finais do desabamento da estrutura. Fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio_COMURBA

A tragédia repercutiu em todo o Brasil

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O Governado do Estado de SP na época Adhemar de Barros A tragédia causou grande comoção nacional, movimentando as esferas políticas do Estado de São Paulo e Brasil, o próprio governador do Estado, Adhemar de Barros , veio pessoalmente averiguar a extensão da tragédia, o prefeito piracicabano Luciano Guidotti não quis recebê-lo. "Cerca de trinta operários, naquela hora de almoço, estavam trabalhando e, pelas ruas próximas ao edifício, a cidade se movimentava, inclusive à espera da sessão do cinema. Uma nuvem de poeira cobriu o centro, nada se enxergou, não se sabia o que estava acontecendo. Após o silêncio inicial, os gritos, os pedidos de socorro, a mobilização do povo, a chegada rápida do Corpo de Bombeiros, a ajuda maciça da indústria com suas máquinas possantes, socorro vindo das cidades circunvizinhas." Por mais de uma década, os escombros do COMURBA ficaram na Praça José Bonifácio. Por vários anos a indústria da construção civil permaneceu paralisada, muitos moradores d...

6 de novembro de 1964 - 13h35 - sexta-feira

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O edifício COMURBA estava localizado no centro da cidade de Piracicaba (SP), onde atualmente funciona o Poupa Tempo. O prédio possuía uma arquitetura moderna e era visto como símbolo de desenvolvimento econômico pela cidade. O início da construção foi no ano de 1950. O edifício possuía 22 mil metros quadrados, 40 metros de altura e 15 andares. A construção deveria abrigar lojas, apartamentos, escritórios e um cinema.  A queda do edifício ocorreu em 6 de novembro de 1964, às 13:35, sem nenhum aviso prévio a construção veio abaixo, matando dezenas de pessoas e ferindo muitas outras. No momento da tragédia, o centro de Piracicaba foi tomado por uma nuvem de poeira. No acidente, considerado o primeiro grande acidente da engenharia brasileira, 54 pessoas morreram, incluindo famílias inteiras. A única parte que não desmoronou foi demolida no ano de 1974. Fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio_COMURBA Imagem: Instituto Martha Watts -  http://www.unimep.br/ccmw/

O primeiro grande acidente da engenharia civil no Brasil: Comurba - Piracicaba (SP)

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O Edifício Luiz de Queiroz, conhecido popularmente como COMURBA, foi um prédio que começou a ser construído em 1950 e, em 1964, estava em fase de acabamento, época em que desabou. Com 22 mil metros quadrados, ficava na Praça José Bonifácio, no centro da cidade de Piracicaba, São Paulo, onde hoje localiza-se o Poupa Tempo de Piracicaba. A queda do edifício COMURBA é considerada a maior tragédia da história da cidade de Piracicaba (SP) e o primeiro grande acidente de engenharia civil no Brasil. Imagem: Por Adelino De Santi Júnior - Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=67984734 Se você ou alguém desta família estava presente ou se lembra deste acontecimento, entre em contato: contato@stevanlekitsch.com.br   Fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio_COMURBA